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Para o ano que se inicia, desejamos a todos
a recuperação do Turismo, saúde e paz para nossas
famílias e sucesso em nossos esforços por exercer
a profissão de forma mais digna e melhor remunerada.
Ministério
do Turismo lança campanha pelo ‘Turismo Legal’
Leia abaixo o
comunicado enviado pelo DEAOT - Depto. de
Estruturação, Articulação e Ordenamento do Turismo
do Ministério do Turismo referente à campanha
lançada na Internet pelo Turismo Legal, que deve se
estender até junho de 2010.
A campanha é
resultado de solicitação feita pela presidente da
Federação Nacional dos Guias de Turismo Cristina
Baumgarten ao ministro Luiz Barreto durante a
reunião de setembro do Conselho Nacional do Turismo,
e conta também com o apoio de entidades nacionais,
entre elas o Fornatur, Fórum Nacional dos
Secretários e Gestores Estaduais do Turismo, o que
incentiva o apoio das Secretarias Estaduais para
ações de fiscalização e educação da população para
os serviços turísticos profissionalizados.
Informativo do Departamento de Estruturação,
Articulação e Ordenamento Turístico
Ministério lança Viaje Legal
Já está no ar o
hotsite Viaje Legal (www.viajelegal.turismo.gov.br),
uma iniciativa do Ministério do Turismo para ajudar
os turistas a se programarem para as férias, evitar
imprevistos e orientá-los antes, durante e depois
das viagens. O acesso ao site também pode ser feito
por meio da página do Ministério do Turismo na
Internet (www.turismo.gov.br).
O novo site é
dividido em tópicos: transporte, passagem, bagagem,
hospedagem, agências e guias de turismo, locação de
veículos e cuidados com a saúde e traz diversas
informações úteis para os turistas.
A iniciativa do
Ministério do Turismo também vai permitir a troca de
impressões entre os turistas por meio das redes
sociais, uma fonte de consulta que ganha cada vez
mais crédito entre os viajantes na hora de se
decidir por um produto, serviço ou destino
turístico.
MTur recomenda
consulta ao Cadastur na hora da escolher
prestadores de serviços turísticos
O MTur recomenda aos
consumidores que consultem o Sistema de Cadastro dos
Empreendimentos, Equipamentos e Profissionais da
Área de Turismo (Cadastur) na hora da escolher seu
prestador de serviços turísticos.
Atualmente, o sistema
conta com 37 mil cadastrados entre pessoas físicas e
jurídicas. Meios de hospedagem, agências de turismo,
transportadoras turísticas, organizadoras de
eventos, parques temáticos, guias de turismo e
acampamentos turísticos devem se cadastrar
obrigatoriamente no sistema do Ministério do Turismo
desde 2008, quando foi sancionada a Lei do Turismo
(11.771). O objetivo é garantir mais segurança e
tranquilidade ao turista na hora de contratar um
serviço turístico.
As consultas e o
cadastro podem ser feitos pelo endereço
www.cadastur.turismo.gov.br.
Ministro
Jobim promete R$ 4bi para aeroportos
Ouça o
áudio da notícia
Se o ministro Jobim utilizasse o mesmo desembarque
de passageiros comuns no AIRJ (no caso, na área
internacional do TP2, que não é tão antigo assim)
certamente ficaria chocado com o péssimo estado de
conservação das paredes ao piso, das escadas
rolantes às esteiras. A quatro anos da Copa de
2014, estamos a anos-luz atrás de aeroportos com
padrão internacional, como Jorge Chavez (Lima) ou
Ezeiza (Buenos Aires). Os tais banheiros renovados
no Galeão, lembram os das rodoviárias do interior
do estado, com uma pinturinha sem-vergonha. O vôo
entre São Paulo e Rio (50 min.) é mais rápido que
a saída das malas no AIRJ (mais de uma hora), fora
o controle de passaportes e alfândega. Taxistas
bandalhas (e até os oficiais), cambistas,
engraxates, mendigos e desocupados (entre eles,
naturalmente, bandidos) passeiam livremente pelos
salões do aeroporto internacional do maior destino
turístico do país. Não se trata somente de falta
de verba, trata-se de outra coisa que poderíamos
chamar, na melhor das hipóteses, de falta de
autoridade ou, desculpem o carioquismo, de
‘esculhambação’.
Leia a matéria de 3/1/2010 n’ O Globo:
Aeroportos brasileiros são
gargalos para a Copa de 2014
leia também:
Com pouco
investimento, aeroportos do país operam no limite
Sendo que uma boa parte dos maiores aeroportos do
país passaram por reformas milionárias nos últimos
anos. Foram transformados em shopping centers,
parques de diversões, tudo menos em terminais de
passageiros minimamente operacionais. Ninguém
fiscalizou os investimentos feitos, nem eu, nem
você, nem os órgãos (in)competentes.
É muita
pretensão!
A INFRAERO anuncia
a sua meta em outdoors para quem consegue ler
(nosso analfabetismo funcional chega a 40% da
população, mas quem anda de avião costuma ter o
primário completo): colocar o AIRJ entre os 10
melhores aeroportos do mundo. Pois, saiba, dona
Infraero, que nós duvidamos. D-u-v-i-d-a-m-o-s. E
vamos processá-la por propaganda enganosa, se, em
2014, o Aeroporto Internacional do Galeão- Antonio
Carlos Jobim não for eleito pelo menos o melhor da
América do Sul, posto ocupado hoje pelo Aeroporto
Internacional Jorge Chavez, de Lima, no Peru.
Ah, se o problema
fosse só os aeroportos... o Brasil - a maior
economia do hemisfério sul - apresenta serviços
turísticos (e não-turísticos) abaixo da linha da
mediocridade: terminais aéreos obsoletos (se o
AIRJ é um horror, Guarulhos não fica por menos e
Confins..., cala-te boca!) e sistemas de
transporte, segurança e saúde, de dar vergonha. O
Rio de Janeiro parece concentrar o que há de pior:
um metrô raquítico que quase para por falha de
planejamento diante da primeira expansão real em
muitos anos – uma estação nova em Ipanema e uma
‘ponte de safena’ no Estácio - e que nem liga
entre si os terminais rodoviários, marítimos e
aéreos. Nosso metrô sofre de autismo, não se
comunica com a cidade, vende comes e bebes mas não
tem banheiros e a sinalização é uma piada. Temos
um sistema de transporte de superfície caríssimo,
desconfortável e ineficiente, que mal atende à
população local - das barcas e trens, nem vale a
pena falar -; um aparato de segurança ainda
ineficaz e manchado pela corrupção, apesar dos
recentes esforços; hospitais que só funcionam
graças à abnegação e o improviso de alguns
profissionais mal pagos e apesar da burocracia
paquidérmica.
Enquanto isso, nossas autoridades, eufóricas com a
oportunidade de sediar os mais importantes eventos
do esporte mundial, prometem 20 anos em quatro.
Nós, cariocas, temos as opções de sempre: viver a
vida, brincar neste eterno carnaval e deixar
acontecer ou começar a freqüentar as reuniões de
condomínios, associações de bairro e de classe,
sindicatos, gabinetes de vereadores e deputados,
botar a boca no trombone e fazer acontecer!
Na terra de Macunaíma, infelizmente, a
primeira opção sempre venceu...
Radar do
Noticiário
Barcelona-92 é
exemplo para o Rio
Não é preciso inventar. Basta fazer o que foi
feito em Barcelona: planejamento de longo prazo,
revitalização de áreas realmente prioritárias,
controle orçamentário minucioso, e o mais
importante: o interesse público na frente dos
interesses de grupos econômicos ou políticos. Esta
é a ‘fórmula mágica’ para se evitar um Engenhão,
ou pior ainda, um Palácio da Música. Para os
jovens e dinâmicos Sergio Cabral e Eduardo Paes,
Copa e Olimpíadas bem sucedidas e com contas em
ordem certamente abrirão o caminho para uma futura
presidência da República, com a gratidão eterna do
povo do Rio.
Sydney, Barcelona e Tóquio são exemplos de legados
a serem seguidos pelo Rio
-
Barcelona: Um bom exemplo para o Rio
Canopy: nova atração para o PNT
"Quem se depara pela primeira vez com o título
acima pode até imaginar que se trata de uma
palavra tupi para algum tipo de atividade
ecoturística a ser inaugurada no Parque Nacional
da Tijuca. Quase isso. De origem inglesa,
canopy significa pálio, dossel, sobrecéu, ou
seja, qualquer cobertura ornamental constituída de
vegetais, flores etc. No entanto, o termo também
dá nome a uma atividade turística, com essas
mesmas características, desenvolvida nas florestas
(...)".
Para saber mais acesse:
www.parnatijuca.blogspot.com
Sonegadores, tremei:
A Receita Federal está a um passo de conseguir o
fim do sigilo bancário
Agências e guias, tremei:
Mesmo sem vínculo, trabalhador têm de contribuir
para o INSS (e
o contratante também).
Só que no caso dos guias de turismo, todos aqueles
que trabalham para agências de turismo têm vínculo
empregatício com elas, queiram ou não. Mas isto é
uma outra história.
Cidadãos, tremei:
“Justiça no Brasil tem que ser reinventada”, diz
ministro do STF
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